Temperados com molho de soja e preparados na grelha, assemelham-se a um minichurrasco pelo seu aspecto dourado e saboroso.
- Ingredientes
- 2 peitos de frango cortados em pedaços de 3cm
- 1 maço de cebolinhas cortadas em pedaços de 3cm
- 2 pimentões verdes cortados em pedaços de 3 cm
- Molho
- 1 xícara de mirin (vinho de arroz doce)
- 1 xícara de shoyu (molho de soja)
- 2 colheres de sopa de açúcar
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País-arquipélago, é do mar que o Japão retira os principais alimentos que compõem a sua cozinha. Os peixes, as algas e frutos estão presentes em praticamente todos os pratos da culinária japonesa. As terras são montanhosas e são poucos os locais onde é possível desenvolver a agricultura. O arroz é uma cultura de alta produção em áreas pequenas.
O sushi é a combinação do arroz com os pescados crus. Apesar de parecer uma combinação estranha e exótica é, na verdade, uma combinação logicamente adaptada aos produtos regionais.
Fonte: Culinária Terra
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O que há de tão especial na bebida alcoólica obtida com a fermentação do arroz, que comparativamente ganha de longe até mesmo do vinho, no quesito tradição? Essa e outras perguntas já devem ter passado na cabeça de muita gente quando se ouve falar na milenar bebida japonesa: o saquê.
Famosa por estrelar diversos filmes ao lado celebridades de Holywood, como no recente “ O Último Samurai”, a bebida um dia já foi considerada alimento. Em meados do século V a.C., no período Nara, os produtores não conheciam técnicas apuradas de fermentação, e o saquê era feito com pouco álcool e água, em uma combinação que mais lembrava uma porção de mingau do que outra coisa… Nessa época, “comia-se” o saquê de hashi, direto de uma tigela. Na verdade, tudo era o resultado de uma receita com pormenores um tanto repulsivos: mascava-se o arroz para fermentá-lo com a saliva e depois cuspia-se em tachos para só então iniciar o preparo da bebida. Esse método era chamado de “Kuchikami no sake”, ou saquê mastigado na boca. Já na província de Hokkaido e em áreas rurais de Okinawa, os fãs da bebida encontraram outras maneiras de “purificar” esse processo, determinando que apenas as jovens mulheres virgens poderiam mastigar o arroz, pois elas eram consideradas representantes dos deuses aqui na terra. Logo não demorou, e a bebida produzida por elas foi batizada de “bijinshu”, saquê de mulher bonita. E por incrível que pareça, essa prática sobreviveu até poucos séculos, mesmo após a adoção de técnicas mais modernas de fermentação.
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Makizushi (sushi enrolado). Um pedaço cilíndrico, formado com a ajuda de uma esteira enrolável de bambu, chamada makisu O makizushi é geralmente embrulhado em nori, uma folha de alga marinha desidratada que abriga o arroz e o recheio.
Futomaki (rolinhos grandes). Um pedaço cilíndric grande, com o nori na parte externa. O futomaki típico tem dois ou três centímetros de espessura e quatro ou cinco centímetros de largura. Eles são geralmente feitos com dois ou três recheios, escolhidos pela combinação de cores e sabores.
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Sushi de salmão – 65 kcal
Sushi de atum – 45 kcal
Sushi de atum gordo – 72 kcal
Sushi de pargo – 43 kcal
Sashimi de salmão (100g) – 211 kcal
Sashimi de atum – 146 kcal
Tainha – 173 kcal
Namorado – 86,6 kcal
Tekka maki (atum) – 25 kcal
Tekka maki (pepino) – 17 kcal
Kani maki (kani-kama) – 20 kcal
Califórnia – 33 kcal
Tempura maki – 45 kcal
Filadélfia – 51 kcal
Shitake (100g) – 25 kcal
Missoshiru (100ml) – 199 kcal
Shoyu (100ml) 134 – Kcal
Sakê (100ml) 133 – Kcal
ALGA ARAME
Vegetal marinho de sabor suave, parecida com a alga HIZIKI, é uma alga escura, que cresce em mares mais profundos. Rica em cálcio, ferro e outros minerais. Pode ser cozida com vegetais adocicados, como a cenoura, baroa, cebola, e servida como acompanhamento nas refeições. Esta alga é colhida somente no Japão.
ALGA HIJIKI
Alga escura, tem a consistência de espaguete, e um gosto mais forte que a alga ARAME, contém muito ferro, cálcio e proteínas. Usada normalmente como prato adicional.
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Tofu, conhecido por muitos como “queijo” de soja, é um ingrediente adorado pelos vegetarianos. Além de ser uma fonte importante de proteínas, o tofu é naturalmente isento de colesterol, é relativamente pouco calórico e possui fitoesteróides (substâncias vindas das plantas que possuem efeito semelhante aos hormônios como a isoflavona), que podem auxiliar no tratamento da menopausa e na prevenção de doenças como câncer e infarto do coração. Mas não devemos ver o tofu como um remédio de sabor desagradável porém benéfico a saúde, ele é fácil de ser utilizado e possui uma infinita aplicabilidade na culinária, podendo ser utilizado em saladas, molhos, pratos principais e até mesmo em sobremesas.
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Tomar a sopa japonesa missoshiru pode reduzir o risco de câncer de mama, segundo uma pesquisa feita no Japão.
O Missoshiru é uma sopa de soja que é preparada misturando missô, uma massa feita com grãos de soja, e água fervente. Algas marinhas, legumes e tofu (queijo feito de soja) também são adicionados ao líquido.
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Tomar missoshiru (sopa de soja) com colher, gesticular com o hashi na mão, arrastar a molheira, espetar o hashi no arroz ou cortar os sushis. Comer com talheres e entrar de sapatos no tatame, então, nem pensar. Essas pequenas gafes passam despercebidas numa refeição informal. Mas, se a regra for respeitar a tradição japonesa, os deslizes chamam a atenção. No Brasil, essas formalidades se tornaram flexíveis. De um jeito ou de outro, é sempre bom conhecer os costumes de cada povo e fazer bonito na mesa, seja ela qual for. Seguem algumas dicas para manter a etiqueta.
A toalhinha
A toalha que o garçom trás logo que os clientes chegam à mesa é para limpar as mãos. Depois de esterilizá-las, é só colocar a toalhinha sobre a mesa novamente, sem dobrá-la. No Japão, é hábito limpar a testa ou o rosto inteiro. No inverno, as toalhas devem ser quentes e, no verão, geladas.
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